sábado, 6 de agosto de 2016

A Carta de John Norman aos Goreanos !



UMA CARTA DE JOHN NORMAN AOS GOREANOS (Parte 1/2)
Fonte: Site oficial "Counter-Earth Chronicles"
Tradução: Petrov Yatsenko
Copyright © 2001 John Norman. All rights reserved.

O MUNDO GOREANO É O QUE ELE É
By John Norman
Esses são trechos de uma carta enviada em 2001 para o Gorean Group, que tinha por trás o website Word of Gor e a New World Publishers, editora do livro Witness of Gor. Nossos agradecimentos a Luther, por nos fornecer esses trechos e a John Norman que gentilmente deu permissão para a sua publicação.
Alguns comentários sobre mulheres Guerreiras:
Não existem “mulheres guerreiras” em Gor. Gor é no geral um honesto e realístico mundo dominado por homens. De fato, essa honestidade é uma das coisas que o recomenda às mulheres românticas, heterossexuais, hormonalmente normais. Fantasias antimenitas, fantasias de ódio aos homens, fantasias frustradas, e outras, pertencem a outro lugar. Existem panteras e talunas em Gor. Elas não são, contudo, mulheres guerreiras. Elas são mulheres infelizes, frustradas, perturbadas, meio alienadas do seu sexo. Elas tendem a correr em perigosos pelotões de felinas. Uma vez capturadas e submetidas, diz-se que se tornam excelentes escravas. “Me coloque no colar, se puder!” ... “Eu sou sua, Mestre.”
…... “Amazonas” são fêmeas frustradas, e talvez homens fracos, ou masoquistas. A Madame Conan não pertence ao mundo Goreano. Deixe que ela enfie o seu ferro em outro lugar. No mundo Goreano tal personagem pareceria deslocada e idiota. Os filmes Goreanos, é claro, cedendo vergonhosamente ao poder econômico, recorreram a tais anti-Goreanos absurdos. Donzelas-macho são galopantes na fantasia contemporânea, uma concessão em parte às ameaças e exigências antimenitas, uma concessão em parte à política da desvirilização. Deixem-nas abundar onde desejarem as fantasias de frustrados e oportunistas, mas elas não pertencem a um mundo realístico como Gor.
Alguns comentários sobre o mundo Goreano:
O mundo Goreano é o que ele é. Nos livros Goreanos, uma cultura alienígena é vivenciada de dentro, não criticada de fora. Essa é uma das coisas que fazem o mundo Goreano renovado e diferente e, até mesmo, único. Um aspecto extremamente importante de se escrever sobre o mundo Goreano é toma-lo pelo que ele é, e trata-lo, e vê-lo objetivamente, não o usar para promover uma pauta alienígena, particularmente uma historicamente demonstrada como perigosa e danosa à vida, geradora de culpa, redutiva, invejosa, inconsistente e intelectualmente falida. Por exemplo, para usar como analogia, a escravidão era uma inquestionável parte da vida Romana. Se alguém escrevesse um romance baseado na Roma antiga e o enchesse de abolicionistas isso seria anti-histórico e estúpido. Isso seria também má literatura, literatura de bordel, prostituindo uma visão pela mensagem. Como diz o ditado, se você tem uma mensagem, chame a Western Union.
É interessante para mim que tantas figuras de ventríloquo de esquerda que espalham brometo sobre diversidade, pluralismo, multiculturalismo e coisas assim, e então, tão logo aparece algo que seja diferente, eles começam a suar e a se contorcer e ganir e uivar. Avançam nas multidões com suas mordidas minúsculas. Vêm com suas facas acertar as pessoas pelas costas. Franza a testa corretamente, e na direção certa. Não pense; isso machuca. Não investigue; isso toma tempo. Não leia; TV é mais fácil. Ligue a máquina da difamação. Ninguém saberá o que é a verdade, então minta. Como Lincoln, ou alguém disse, algo de efeito, que uma mentira já está a meio caminho ao redor do mundo antes que a verdade calce as suas botas. Na minha visão, o mundo Goreano é verdadeiro com a biologia do que, e mais agradável com a natureza do ser humano do que nosso próprio ambiente que vende a propagando, por assim dizer, do “deserdado e mal constituído.” Presumivelmente em um mundo Goreano haveria menos neuroses, culpa, miséria, conflitos mentais, e coisas assim. Certamente no nosso próprio mundo ser humano menos controlado socialmente, estatisticamente, é muito mais saudável e sobrevive mais do que o mais socialmente controlado ser humano. Tornar as pessoas doentes é a metodologia padrão do controle social. Religiões repressivas têm usado isso por séculos. Pessoas felizes são menos previsíveis e manipuláveis, estatisticamente, do que artefatos construídos socialmente. De qualquer forma, eu escrevi um livro inteiro lidando com essas questões, ou relacionadas a elas: Imaginative Sex. Certamente uma das principais afirmações desse livro é que a aplicação da imaginação no prazer sexual é psicologicamente sadia, fortalecedora da vida e moralmente legítima.
Seres humanos são o que eles são; o problema é o que fazer sobre isso. Ou nós reconhecemos o que eles são e lidamos com o assunto de uma maneira saldável, ética, segura e agradável, ou nós insistimos que os seres humanos recusam a ser o que eles são, e fingem ser alguma outra coisa, ou que eles são autômatos sem natureza, para serem moldados no que quer que seja que os estereótipos atuais aconteçam de ser, aprovados por aqueles que capturaram o aparato coercitivo do estado onipotente, moldado por processos de condicionamento implementados por meio de uma educação pré-concebida, uma controlada fábrica de mídia, uma educação panfletária e um judiciário venal.
Não existe um único tipo de ser humano; não existe uma única virtude. A virtude do cordeiro não é a virtude do leão; a virtude do covarde não é a virtude do herói; a da marionete não é a do pensador. A do verme não é a da águia.
…… O mundo Goreano é para ser descrito, não comentado. Por exemplo, se existisse um filme Goreano honesto, ou uma série de televisão Goreana honesta, ela não comentaria nada, de uma maneira ou de outra, sobre escravidão. Ela apenas a mostraria como parte do modo Goreano de vida. As pessoas podem pensar o que quiserem. Essa é a sua prerrogativa. Muitas pessoas querem que se diga a elas o que pensar; o mundo Goreano não diz a elas o que pensar. Ele, como a natureza, existe. Na verdade, ele poderia encoraja-las a pensar, mas esse é um risco que cada leitor deve assumir, quando lê um livro sério. Eu penso que foi Don Marquis que disse que se você faz as pessoas pensarem e elas estão pensando, elas amarão você por isso; mas se você os faz pensar, elas o odiarão. Mas, como um filósofo, eu sempre encorajei as pessoas a pensarem, a despeito dos riscos para mim, e a compreender que a verdade pode ou não pode estar com a multidão desinformada. Mas se a multidão entende isso corretamente é por pura sorte. Se o pesquisador entende isso corretamente é porque ele se aprofundou nesses assuntos e fez o seu dever de casa; em uma competição sincera, a verdade deveria vencer; mas quão poucas competições são honestas; isso é porque as pessoas querem vencer ao invés de serem corretas. Há um ditado que diz que a verdade esmagada na terra cresce novamente, mas, se não crescer, nós nunca a descobriríamos.
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Na próxima parte, Norman fala das origens do Planeta Gor, de Moralidade e de Política.
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Copyright © 2001 John Norman. All rights reserved.
Tradução: Petrov Yatsenko
https://www.facebook.com/groups/estudosgoreanos/




UMA CARTA DE JOHN NORMAN AOS GOREANOS (2/2)

Fonte: Site oficial "Counter-Earth Chronicles"
Tradução: Petrov Yatsenko
Copyright © 2001 John Norman. All rights reserved
O MUNDO GOREANO É O QUE ELE É - SEGUNDA PARTE
By John Norman
Esses são trechos de uma carta enviada em 2001 para o Gorean Group, que tinha por trás o website Word of Gor e a New World Publishers, editora do livro Witness of Gor. Nossos agradecimentos a Luther, por nos fornecer esses trechos e a John Norman que gentilmente deu permissão para a sua publicação.
Alguns comentários sobre as origens do planeta Gor:
…… Eu penso que é sugerido nos livros que o planeta GoR esteja no sistema solar já a um longo tempo. Por exemplo, os Gregos pareciam ter um conceito da Antichthon, a Contra-Terra, etc. O planeta pode ter vindo para o sistema solar a dois milhões de anos atrás, ou cinco milhões de anos atrás, ou meio milhão de anos atrás, etc. Antes de Darrel Benvenuto, da Vision Entertainment, ter a sua derrocada financeira, alguma má sorte no mercado de ações, etc., ele me pediu para escrever uma estória que poderia se tornar uma série, digamos, alguns fascículos talvez, como projeto para uma revista Goreana. Eu não a terminei, porque as coisas explodiram por lá, mas ela lidava com a origem da Home Stone e acontecia na Terra, onde os seres humanos, ou alguma coisa anterior aos seres humanos, estavam em uma fase de caça e coleta, talvez até mesmo no pré-Paleolítico, pelo que me lembro. Se esse é o caso, então teríamos o planeta Gor, ou visitantes de Gor, aqui, talvez cem mil anos ou mais antes das Idades do Bronze e do Ferro, talvez mesmo antes da Idade da Pedra. Eu penso, resumidamente, que ao invés de dizer que o planeta veio para o sistema solar a dois milhões de anos atrás, poderíamos dizer algo como que nós não sabemos a quanto tempo atrás Gor veio para o sistema solar, mas parece que foi a muito tempo atrás, talvez mesmo em um muito remoto passado.
A estória referida anteriormente falaria, presumivelmente, sobre uma “Viagem de Aquisição”. O que será que poderia ter interessado os Reis-Sacerdotes na natureza de uma determinada variedade de pequenos antropoides, não muito diferentes, talvez, de outras parecidas, talvez mesmo abundantes variedades?
Alguns comentários sobre os livros Goreanos e seus leitores:
…… O mundo Goreano não existe para ser um pouquinho de cada um. Ele dificilmente poderia, ao mesmo tempo, ter integridade antropológica e ter um pouco de algo de de cada um. Na tentativa de agradar a todos, é bem possível não agradar a ninguém. Tome os filmes Goreanos, por exemplo. Deixe que dez mil escritores lutem pelo público e o divida em dez mil fragmentos; eu preferiria escrever para um público menor e tê-lo todo para mim mesmo. Por exemplo, suponhamos, como uma analogia, que existam mil leitores no público de massa e duzentos leitores no, por assim dizer, público de elite. Deixe então os dez mil escritores dividirem os mil leitores e peguarem, digamos, um leitor cada um. Eu preferiria ter duzentos leitores no público de prestígio. Os livros Goreanos são escritos para adultos altamente inteligentes, altamente sexualizados, de ambos os sexos. Eles não são escritos para a multidão histérica, para crianças, ou para as psicologicamente e biologicamente desinformadas musas dos ignorantes. De fato, você tem que ser um razoavelmente sofisticado leitor até mesmo para seguir o vocabulário e a sintaxe, sem falar nos conceitos e pensamentos dos livros Goreanos. Eles são romances de aventura, mas também, obviamente romances psicológicos, romances intelectuais, romances filosóficos e, de fato, romances sensuais, também. Não é de se espantar que eles tenham um especial, talentoso público leitor, um público capaz de entender e saborear algo fora do comum, algo honesto, algo revigorante, algo diferente. Não é de se espantar que esses livros enfureçam os escritores que gostariam de manter a ficção científica como um estagnado gênero juvenil.
Além disso, eu escravo para mim mesmo e para meu público leitor. De que outra maneira alguém pode escrever honestamente? De que outra maneira alguém pode escrever com integridade? Eu não escrevo para a crítica. Eu preferiria, eu me importasse com eles, escrever contra eles. Eles têm tornado a ficção científica em algo que eles podem entender e algo que eles gostem. Quem gostaria de se amontoar debaixo de um raio de encolhimento, apenas para se tornar visível nas suas lâminas de microscópio? Imagine isso, tentando escrever o que um crítico gostaria, reduzindo o âmbito da visão de alguém a esses limites, restringindo a profundidade da ressonância de alguém para a superficialidade das suas lamacentas pequenas piscinas.
Alguns comentários sobre moralidade e política:
…… “O Mal” é essencialmente um conceito teológico; “mal” é um conceito moral. Nietzshche, em Além do Bem e do Mal (1886) e Sobre a Genealogia da Moral (1887), faz alguns interessantes comentários ao contrastar uma moralidade do bem versus o mal, com uma do bem versus o mal.
Do ponto de vista da civilização, como um patético comentário, alguém poderia observar que a escravidão representa um considerável avanço moral, apesar dessas coisas serem usualmente entendidas como o extermínio e tortura de prisioneiros, homens, mulheres e crianças e assim por diante. A Bíblia frequentemente parece escolher o genocídio, incluindo até mesmo a matança de animais do inimigo. Esses caras entendiam de negócios. Mas então, pode-se achar quase tudo que se quiser na Bíblia, e normalmente sem procurar muito. Normalmente a civilização disfarça as realidades da dominância e da submissão essenciais para uma sociedade organizada. Por outro lado, elas ainda estão aí porque elas têm que estar aí para a sociedade funcionar. Por exemplo, muitas pessoas não percebem que trabalham vários meses do ano para o estado. Isso é uma forma disfarçada de trabalhos forçados. Interessantemente, o estado não sai e força os sem-teto, digamos, a trabalhar vários meses do ano para o estado. Como Robert Nozick sugeriu, está tudo bem para os hippies, e assim por diante, trabalhar pouco, admirar o pôr do sol e denunciar a civilização para a qual eles contribuem pouco ou nada, mas não está bem para o resto de nós. Eu sou um libertário com a visão de um governo limitado e reconheço a necessidade de um determinado nível de tributos para sustentar os legítimos papeis de governo, defesa, mediação, e assim por diante, mas eu não sou um entusiasta em gastar aproximadamente meio ano (contando tributos locais, estaduais, federais, etc) trabalhando para demagogos que usam o meu dinheiro principalmente para comprar para eles mesmos mais e mais votos, para amarrar estreitar o seu alcance aos armamentos do estado, e manter-se acomodados indefinidamente no poder. Como se diz, quando você tira o macaco de Pedro para dá-lo a Paulo, você não pode esperar que Paulo desaprove (George Bernard Shaw). E, também, nós deveríamos perceber que existem muito mais Paulos do que Pedros.
Tradução: Petrov Yatsenko
Copyright © 2001 John Norman. All rights reserved
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domingo, 26 de junho de 2016

A Natureza real !!





Os Goreanos não acreditam que o ser humano seja uma simples função das variáveis independentes do seu meio. Eles nunca aderiram à teoria do “corpo vazio” a respeito de seres humanos, que considera que ele é essencialmente um produto de variáveis externas. Eles reconhecem que o ser humano tem um patrimônio genético que não pode ser cientificamente ignorado em favor do gosto por teorias desenvolvidas por homens incompetentes em fisiologia. Por exemplo, não passaria pela cabeça de um goreano falar do “papel” de um pardal que alimenta seu filhote ou do ”papel” do leão que fornece carne para sua prole. Os goreanos não vêem o mundo em termos de metáforas emprestadas ao mundo artificial do teatro. Está certo, por óbvio, que certos dons genéticos foram selecionados por fatores ambientais e, neste sentido, o ambiente constitui um fator significativo. Os dentes do leão têm muito a ver com a velocidade dos antílopes.

No pensamento goreano, homem e mulher são animais naturais, com heranças genéticas moldadas por milhares de gerações de seleção natural e sexual. Por isso, suas ações e suas condutas, embora dependentes de certas relações ambientais e sexuais de longo prazo, não podem ser entendidas em termos de simples respostas ao ambiente imediato. O ambiente imediato determina qual comportamento terá sucesso e não qual será desempenhado. A mulher, como o homem, é produto da evolução e, como o homem, é um produto genético complexo não somente de seleção natural como também sexual. A seleção natural sugere que a mulher que desejava pertencer a um homem, que desejava ficar com ele, que desejava ter filhos, que desejava cuidar deles, que os amava, levava, no longo prazo, uma vantagem para a sobrevivência do seu tipo genético em relação a uma mulher que não tinha interesse em homens, não desejava ter filhos, etc. A liberdade feminina generalizada não teria sido prática em termos biológicos. A mãe dedicada é um tipo favorecido pela evolução. Por isso, é natural que mulheres modernas tenham certos instintos. O pardal não alimenta seu filhote porque a sociedade o empurrou a representar este papel exploratório. Da mesma maneira, a seleção sexual, assim como a seleção natural é uma componente significativa da dinâmica da evolução, sem a qual ela é bem menos compreensível. Por serem mais fortes, os homens tiveram geralmente a opção de decidir a respeito de mulheres que os agradavam. Se as mulheres tivessem sido mais fortes, como ocorre com as aranhas, poderíamos ter uma outra raça.

Não é improvável que os homens, com o passar das gerações, selecionaram certos tipos de mulheres em função da reprodução e do casamento. É duvidoso que as mulheres sejam muito mais bonitas agora do que há uma centena de gerações. Similarmente, uma mulher que era particularmente feia, ameaçadora, perversa, estúpida, cruel, etc. não era uma companheira desejável. Nenhum homem pode ser criticado por não desejar tornar sua vida miserável. Assim, estatisticamente, ele tende a selecionar mulheres inteligentes, bonitas e dedicadas. Desta maneira, os homens criaram de fato um certo tipo de mulher e, evidentemente, da mesma maneira, na medida que podiam decidir, as mulheres tenderam a selecionar homens que são, entre outras coisas, inteligentes, enérgicos e fortes. Poucas mulheres, no fundo de seu coração, apesar da publicidade na moda, realmente desejam homens fracos e femininos. Tais homens, indiscutivelmente, não aparecem em suas fantasias sexuais.
OS GOREANOS ACREDITAM QUE É DA NATUREZA DO HOMEM POSSUIR E DA MULHER DE PERTENCER.
(Hunters of Gor)


quarta-feira, 11 de março de 2015

Etiqueta Goreana !!!


O que se segue é um conjunto de pontos de etiqueta que são comuns em Gor. Todo mundo, livres e escravos se beneficiarão destas regras.



Tal: Tal é uma saudação Goreana comum. É muitas vezes acompanhada com a mão direita levantada à altura do ombro, com a palma para dentro, de frente para o corpo. Isso significa que a pessoa que está sendo cumprimentado não é considerado um inimigo. O gesto mostra que a mão é desprovida de qualquer arma. Escravos não devem fazer a saudação com a mão, já que não podem portar armas e toda pessoa livre deve ser respeitada e não deve ser considerada seu inimigo. Caso a escrava faça saudação com a mão pode até ser considerado um.
Escravas podem usar a palavra “Tal” como um cumprimento, sem o gesto da mão. Há exemplos nos livros de escravos que usam a palavra “Tal” como uma forma de saudação.

Hail: Esta é uma forma de saudação reservada para especialistas e campeões em alguma matéria. Um espadachim perito ou jogador Kaissa seria recebido desta maneira. Nenhum escravo jamais seria recebido desta maneira. Os escravos também pode usar este termo quando se refere a uma pessoa livre qualificado. A Ubar qualifica para esta forma de saudação.

Desejo-lhe felicidades (I Wish You Well): Esta é a frase Goreana comum para despedida. Pode ser utilizada por pessoas livres ou escravas.

Peço seu favor (I Ask Your Favor): Esta é a frase Goreana comum para “por favor”. Ela também pode ser usado por pessoas livres ou escravas

Obrigado: Não há palavra ou frase especial Goreana para agradecer a uma outra pessoa. Escravas podem ser agradecidas ou não, dependendo da vontade da pessoa livre. Muitas escravas têm medo especialmente de qualquer mestre que lhes mostra tanta bondade.

Escravas se dirigindo a pessoas livre: Todas as escravas devem abordar pessoas livres como Master ou Mistress. Elas só vão tratar de seu próprio Mestre como “meu” Master ou Mistress. As escravas não estão autorizadas a abordar qualquer pessoa livre pelo seu nome. O privilégio de usar o nome de um mestre é reservado para a mulher livre, em particular uma companheira livre. Diz-se que uma escrava cresce ousada se os lábios estão autorizados a pronunciar o nome de seu mestre. Mas, alguns mestres preferem ouvir seu nome dito por uma escrava. Isto é comumente permitido apenas em privado, fora da presença de mulheres livres. Uma escrava pode dizer aos outros o nome de seu mestre apenas para fins de explicação, como para identificar seu proprietário.

Ubar: Ubar é um título oficial. Escravas abordando um Ubar devem se referir a ele como “Ubar” ou “Master”, mas não deve combinar os dois. “Master Ubar” não é título válido. Título de uma pessoa livre é sempre considerado respeitoso para um escravo. “Administrador” ou “Regente” seria tratado como tal por um escravo. A maioria das pessoas livres também devem abordar um Ubar por seu título, e não pelo seu nome. Se você tiver permissão dado pelo Ubar, você pode, em seguida, chamá-lo pelo nome.

Ubara: Ubara é um título oficial. Escravas abordando o Ubara devem se referir a ela como “Ubara” ou “Mistress”, mas não devem combinar os dois. “Mistress Ubara” não é um título válido. A maioria das pessoas livres também devem abordar uma Ubara por seu título, e não por seu nome. Se você tiver permissão dado pelo Ubara, você pode, em seguida, chamá-la pelo nome.
Paga Tavern: Quando uma escrava entra em uma taberna paga, ela não tem que pedir permissão ou realizar qualquer forma de reverência à porta. Uma escrava deve entrar em silêncio e ir ajoelhar-se na área de serviço. Uma escrava não deve cumprimentar qualquer pessoa livre quando ela entra, a menos que seu proprietário esteja presente. Uma escrava  deve sempre cumprimentar o seu proprietário, uma vez que tenham ido para a área de serviço. Uma escrava não precisa pedir permissão para deixar a taberna. Elas devem primeiro pedir ao seu proprietário. Se o proprietário não está presente, qualquer pessoa livre pode ser solicitado.
Escravas que estão esperando na área de serviço deve prestar atenção para ver se alguma pessoa livre precisa de comida ou bebida. Se uma pessoa livre solicita um servidor, eles não devem ter de esperar se existe uma escrava apenas ajoelhada sem fazer nada. Pessoas livres também deve ser paciente e esperar por uma escrava estar disponível, caso desejam algo e todas as escravas atuais estão servindo atualmente a outros. Mulheres livres não vão servir em uma taverna paga sob quase qualquer circunstância.

Ordem de Precedência: Em configurações do grupo, algumas pessoas livres deve ser dada precedência por escravas, especialmente quando forem servidas. Deve ser dada um Ubar/ Administrador prioridade em todos os assuntos, como ele é o chefe de estado e a pessoa livre com ranking mais alto na cidade. Depois deles, em seguida, vem a Ubara / companheira do Administrador. Depois disso, seria quaisquer outras pessoas de alto escalão presente. Em seguida, o proprietário deve ser dada precedência. Finalmente, todas as outras pessoas livres, então, têm a mesma precedência.

Pechinchar: A regra no mercado e nas lojas é de que não há preços fixos. Pechinchar é a ordem do dia. Se você deseja comprar um item de alguém, pechinche o preço. Quando for pechinchar, você começa com sua oferta mais baixa e o vendedor começa com a sua mais alta. Você tentar chegar a um preço razoável, que faz com que ambas as partes satisfeitas. Muitos comerciantes gostam de pechinchar tanto quanto de receber seu dinheiro.

Implorando: Goreanos não gostam que implorem a eles e alguns até mesmo vê-lo como um insulto. Quando a caridade é uma obrigação, geralmente é arranjada pela casta ou clã.

Mulheres livres: Mulheres Livres devem ser tratados com respeito e honra. Deferência considerável deve-se a uma mulher livre. Mulheres livres podem falar livremente e sem permissão. Eles podem ser ousadas e fazer muito do que eles desejam. Mas, as mulheres livres também devem tomar cuidado porque elas possuem a sua liberdade apenas pela vontade de homens livres. A Ubara / Tatrix deve ser tratado com o máximo de respeito como ela não exercer grande poder na cidade.

Lady: Este é um termo de respeito utilizado por mulheres livres, especialmente os de alta patente ou casta. É para ser usado apenas por pessoas livres. Um escravo não usaria esse termo.

Posição social/Posto (Station): Gor é um mundo hierárquico onde o seu status, posto e casta são de vital importância. Em geral, você deve mostrar respeito para com aqueles de status superior, posto ou casta. Isso inclui mulheres livres. Uma mulher livre de alta casta merece respeito dos homens de castas inferiores. Uma mulher muito rica seria considerada de alto status e também teria o devido respeito. Embora os homens possam considerar-se dominante sobre as mulheres, eles ainda respeitar as idéias de status, posto e casta. Os homens também devem respeitar os homens de maior prestígio do que eles mesmos. O Líder da cidade teria o maior status e seria devidamente respeitado por  todos.

Elogios: elogios Goreanos são geralmente significativo e normalmente são dadas apenas quando merecido

Crianças: Goreanos geralmente gostam de crianças e não infligem sofrimento ou abuso sobre eles. Mesmo as crianças escravas raramente são abusadas e é dada muita liberdade até que atinjam a idade adulta.

Sentar: Os homens livres sentam de pernas cruzadas. Eles raramente usam cadeiras. Cadeiras são geralmente reservadas para pessoas especiais como Administradores, Ubars e juízes. A maioria dos goreanos iriam achar cadeiras desconfortáveis de qualquer maneira. Mulheres livres se ajoelham para sentar. Os joelhos são mantidos juntos e as mãos sobre suas coxas, com as palmas viradas para baixo. Todos as escravas se ajoelham para sentar-se, bem como a posição de suas mãos e joelhos dependem de que tipo de escravas são. As escravas nunca se sentam em cadeiras e podem ser chicoteadas por sentar em uma cadeira
.
Andando na rua: Ao caminhar ou andar por uma rua ou estrada, Goreanos comumente ficar à esquerda da estrada ao passar outros. Isto é feito para que seu braço espada, geralmente o braço direito, enfrenta a pessoa que você está passando.

Texto retirado do http://www.gor-now.net/delphius2002/id21.htm
Fonte: http://adestradordefemeas.tumblr.com/